Declaração de participação da FGV: nota mínima e como imprimir

Tirar nota 7 ou mais no pós-teste libera a declaração de participação da FGV, que o próprio aluno imprime no site depois de fazer o cadastro.

Os cursos gratuitos da Fundação Getulio Vargas são abertos a qualquer pessoa e podem ser estudados sem cadastro. Para muita gente, a dúvida é o que a FGV entrega no fim e se esse documento pode entrar no currículo.

Segundo a página de dúvidas frequentes da FGV, em novembro de 2026, os cursos gratuitos não emitiam certificado. O que existe é uma declaração de participação, liberada para quem atinge a nota mínima no teste final.

Essa diferença importa. Certificado e declaração são documentos diferentes, e saber disso evita expectativa errada e ajuda a apresentar o curso do jeito certo.

Este guia explica como conseguir a declaração, qual nota é preciso tirar, por que o cadastro é necessário e como usar o documento.

O que é a declaração de participação

A declaração de participação é um documento que registra que a pessoa fez o curso gratuito e foi bem no teste final. Ela é impressa pelo próprio aluno, no site da FGV.

Ela não é um certificado de conclusão e não tem o mesmo peso de um curso pago ou de uma graduação. Mesmo assim, mostra interesse em aprender e pode ser citada no currículo.

Para quem está começando a montar o currículo, uma declaração de uma instituição conhecida pode ajudar a preencher a parte de cursos complementares.

A nota mínima no pós-teste

No fim do curso, há um teste chamado pós-teste, com perguntas sobre o conteúdo estudado. Segundo a FGV, quem tira nota igual ou maior que 7,0 pode imprimir a declaração.

Por isso, vale estudar todos os módulos antes de abrir o teste. As perguntas tratam do curso inteiro, e pular partes aumenta a chance de errar.

Como os cursos não têm prazo, não há pressa. O aluno pode revisar o material quantas vezes quiser antes de fazer o pós-teste.

Passo a passo para imprimir a declaração

O caminho completo, do curso ao documento, é este:

  1. Abrir o site de cursos gratuitos da FGV e escolher o curso.
  2. Fazer o cadastro no site, com os dados pessoais corretos.
  3. Estudar todos os módulos do curso.
  4. Fazer o pós-teste no fim do curso.
  5. Com nota 7,0 ou mais, imprimir a declaração de participação.

A página de dúvidas frequentes da FGV traz as regras completas da declaração.

O segundo botão leva a uma página deste site — você permanecerá aqui.

Este é um portal de conteúdo informativo e independente. Não temos vínculo oficial com a Fundação Getulio Vargas. Para acessar os cursos ou tirar dúvidas, use sempre os canais oficiais indicados nesta página.

Por que o cadastro é necessário

O conteúdo dos cursos pode ser acessado sem cadastro. Mas, para emitir a declaração, a FGV precisa saber quem fez o curso e o teste.

Por isso, quem quer o documento deve fazer o cadastro antes do pós-teste. Assim, a nota fica ligada ao nome da pessoa e a declaração sai com os dados certos.

Na hora do cadastro, vale digitar o nome completo do jeito que está no documento, com acentos e sem abreviações. É esse nome que aparece na declaração.

Declaração e certificado: qual a diferença

O certificado costuma ser emitido em cursos com regras formais de carga horária e avaliação, e muitas vezes é exigido em concursos e processos seletivos específicos.

A declaração de participação é mais simples. Ela confirma que a pessoa fez o curso e foi aprovada no pós-teste, mas não substitui um certificado quando a vaga pede um.

Na prática, a declaração é útil para mostrar iniciativa e conhecimento sobre um tema. Quem precisa de certificado para uma exigência formal deve procurar outro tipo de curso.

Como usar a declaração no currículo

A declaração pode ser listada na parte de cursos complementares, com o nome do curso, a instituição e a carga horária informada no site.

Vale escrever “declaração de participação” em vez de “certificado”. Usar o nome certo evita mal-entendidos se a empresa pedir o documento.

Na entrevista, contar o que foi aprendido e dar um exemplo prático pesa mais do que o nome do documento.

Perguntas frequentes

A declaração da FGV é paga?

Não. Ela é impressa pelo próprio aluno no site, sem custo, depois de atingir a nota mínima no pós-teste.

Qual a nota mínima?

Segundo a FGV, em novembro de 2026, era preciso tirar nota igual ou maior que 7,0 no pós-teste.

A declaração vale como certificado?

Não. A FGV informa que os cursos gratuitos não emitem certificado. A declaração registra a participação no curso.

Fiz o curso sem cadastro. Ainda dá para ter a declaração?

A declaração depende do cadastro. O caminho é se cadastrar no site e fazer o pós-teste já logado na conta.

Como se preparar para o pós-teste

A melhor preparação é estudar os módulos na ordem e anotar os conceitos principais. Antes do teste, uma leitura das anotações ajuda a relembrar o conteúdo.

Também vale fazer o teste num momento calmo, sem pressa e sem distrações. Ler cada pergunta até o fim evita erros por desatenção.

Como não há prazo, quem sentir insegurança pode rever os módulos mais difíceis antes de começar o pós-teste.

Guarde a declaração logo depois de imprimir

A FGV avisa que os cursos gratuitos podem ser descontinuados sem aviso prévio. Se o curso sair do catálogo, pode ficar mais difícil voltar ao documento depois.

Por isso, vale salvar a declaração em PDF assim que ela for liberada, guardando uma cópia no celular e outra no e-mail.

Uma cópia impressa também ajuda em processos seletivos, quando a empresa pede os comprovantes dos cursos citados no currículo.

Erros que impedem a declaração

O erro mais comum é fazer o pós-teste sem estar logado. Sem o cadastro, a FGV não tem como ligar a nota ao nome da pessoa, e a declaração não sai.

Outro erro é abrir o teste antes de terminar todos os módulos. Com o conteúdo pela metade, a nota pode ficar abaixo de 7,0 e o documento não é liberado.

Também acontece de a pessoa digitar o nome com abreviação ou sem acento no cadastro. A declaração sai do jeito que o nome foi digitado, por isso vale conferir antes do teste.

Por fim, há quem deixe para imprimir o documento depois e acabe esquecendo. Como o curso pode sair do catálogo, o melhor é salvar a declaração no mesmo dia.

Quando a declaração ajuda mais

A declaração costuma ajudar mais em vagas de início de carreira, estágios e processos em que a empresa olha a vontade de aprender, e não só a experiência.

Ela também é útil para quem quer mudar de área. Alguns cursos curtos sobre o novo tema mostram que a pessoa já começou a se preparar para a mudança.

Em vagas que pedem certificado de um curso específico, a declaração não costuma substituir a exigência. Nesses casos, vale ler o edital da vaga com atenção.

Para quem está juntando vários cursos curtos, vale escolher temas ligados entre si. Três ou quatro declarações sobre o mesmo assunto contam uma história mais clara no currículo do que temas soltos.

Cuidado com quem vende certificado da FGV

A declaração dos cursos gratuitos sai no site da FGV, sem custo. Sites ou mensagens que oferecem "certificado da FGV" mediante pagamento para esses cursos não têm ligação com a fundação.

O endereço oficial é cursosgratuitos.fgv.br. Antes de digitar dados pessoais, vale conferir esse endereço na barra do navegador.

Do curso à declaração

O caminho é curto: escolher o curso, fazer o cadastro, estudar os módulos, fazer o pós-teste e imprimir a declaração. Tudo pelo site e sem pagamento.

Com as regras claras, fica mais fácil decidir se o curso atende ao objetivo da pessoa, seja aprender um tema novo ou reforçar o currículo.

A página oficial de dúvidas frequentes da FGV traz as regras completas da declaração e do pós-teste.

Fontes: Cursos gratuitos da FGV, página inicial e dúvidas frequentes (cursosgratuitos.fgv.br/duvidas-frequentes). Última atualização deste conteúdo: novembro de 2026.

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